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Manifestação em Fortaleza pede justiça por cachorro Orelha morto em Santa Catarina

Centenas de pessoas e animais se reúnem em Fortaleza em protesto por cão Orelha. Centenas de pessoas e animais se reuniram, neste domingo (1º), na Avenida Be...

Manifestação em Fortaleza pede justiça por cachorro Orelha morto em Santa Catarina
Manifestação em Fortaleza pede justiça por cachorro Orelha morto em Santa Catarina (Foto: Reprodução)

Centenas de pessoas e animais se reúnem em Fortaleza em protesto por cão Orelha. Centenas de pessoas e animais se reuniram, neste domingo (1º), na Avenida Beira-Mar de Fortaleza, cobrando justiça pelo caso do cachorro Orelha, morto em Santa Catarina. Os atos aconteceram em dois momentos, um pela manhã e outro à tarde. Protetores independentes, ativistas e apoiadores da causa animal participaram do ato, carregando cartazes e gritando palavras de ordem contra a violência animal. O protesto no Ceará fez parte de uma série de manifestações realizadas em diversas cidades brasileiras após o caso do cão Orelha ganhar repercussão nacional e provocar comoção no país. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp A protetora de animais e fundadora da ONG Anjos da Proteção Animal - APA, Stefanie Rodrigues, ressaltou o caráter coletivo do ato e classificou a manifestação como uma verdadeira mobilização de massa. LEIA TAMBÉM: MEIO AMBIENTE: Óleo derramado no Nordeste em 2019 viajou mais de 8 mil quilômetros e chegou à Flórida, diz pesquisa Animais furtados são recuperados e arma é apreendida em Sobral De acordo com ela, a grande presença de pessoas na Beira-Mar mostra que a população não aceita mais a naturalização da violência contra animais. Stefanie destacou ainda que o movimento vai além de um caso isolado e representa a luta por respeito, políticas públicas eficazes e justiça para todos os animais que não têm voz. Manifestação em Fortaleza pede justiça por cachorro Orelha morto em Santa Catarina. Reprodução O que aconteceu com o cão Orelha? Orelha morreu após ser agredido em 4 de janeiro. Ele era um cão comunitário que recebia cuidados de vários moradores na Praia Brava, bairro turístico e nobre de Florianópolis. O animal foi encontrado agonizando por pessoas que estavam no local. A Polícia Civil inicialmente investigava um grupo de quatro adolescentes suspeitos de ter agredido o cachorro. Na sexta-feira (30), um deles foi descartado da autoria após o inquérito concluir que ele não tinha envolvimento com os maus-tratos ao animal, que conforme o laudo pericial foi atingido na cabeça com um objeto contundente. ➡️ Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos. O que é analisado agora? A Polícia Civil analisa quase mil horas de gravações feitas por câmeras de segurança na região da Praia Brava no período das agressões. Um dos desafios da investigação é a ausência de imagens do momento do espancamento. Conforme a polícia, registros de outros episódios na mesma região e período, que também teriam sido causados por adolescentes, ajudam na investigação. Infográfico - morte do cão Orelha Arte g1 Assista aos vídeos mais vistos do Ceará