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Monitoramento de diabetes: por que importa e como funciona no dia a dia

Monitoramento de diabetes: por que importa e como funciona no dia a dia Crédito: Divulgação Por que o monitoramento de diabetes é importante e como ele func...

Monitoramento de diabetes: por que importa e como funciona no dia a dia
Monitoramento de diabetes: por que importa e como funciona no dia a dia (Foto: Reprodução)

Monitoramento de diabetes: por que importa e como funciona no dia a dia Crédito: Divulgação Por que o monitoramento de diabetes é importante e como ele funciona O monitoramento de diabetes é a prática que se tem ao medir a glicose no sangue. No geral, basta uma gotinha de sangue e uma tira reagente. A medição mostra como o corpo está reagindo à alimentação, à atividade física e à medicação em cada momento do dia. É essa informação que orienta ajustes no tratamento, caso sejam necessários. Sem esse acompanhamento, os picos de glicose alta ou baixa podem passar despercebidos. O tratamento fica no escuro, sem saber se a dose administrada de insulina ou do medicamento oral está funcionando como deveria. Com essa medição em mãos, o médico pode enxergar um padrão da glicemia ao longo dos dias e do período de tratamento, não só um apartado isolado durante a consulta. O monitoramento é geralmente feito com kits que podem ser adquiridos em farmácias, como a Drogal. Você conta com uma linha variada de monitores de glicose de diferentes marcas, com leitura rápida e memória para você guardar o histórico. Por que o monitoramento de diabetes importa durante o tratamento? Alguns estudos brasileiros de enfermagem que acompanham pessoas em programas de monitoramento domiciliar mostraram a melhora no perfil glicêmico e a redução de episódios de hiperglicemia entre os participantes que mediam a glicose com regularidade. Em outro caso, um programa público de automonitoramento voltado a pacientes insulinodependentes também registrou impacto positivo no controle da doença depois da adesão à prática. Manter a glicose fora da faixa recomendada por muito tempo, seja para cima ou para baixo, aumenta o risco de complicações nos rins, nos nervos e na visão. Em alguns casos, algumas complicações podem pesar sobre a saúde cardiovascular ao longo dos anos. O monitoramento regular funciona como primeiro sinal de alerta antes que esses quadros avancem. Para a farmacêutica responsável pela Rede Drogal, Eliane Messias, o monitoramento da glicemia em casa é uma das maiores aliadas das pessoas com diabetes, principalmente as de tipo 2. “Observamos que as pessoas passam a ter um maior cuidado com a dieta e com o consumo de determinados alimentos ao longo do dia. Existem vários estudos que confirmam que quando a pessoa passa a monitorar com uma frequência regular os níveis de glicemia no sangue, ela consegue controlar o diabetes, evitando pioras no quadro”, explica Eliane Messias. Como funciona o monitor de glicose? O processo é bem simples: você fura a ponta do dedo com uma lanceta, coloca a gota de sangue na tira reagente e o aparelho lê o resultado em poucos segundos. A tira contém uma enzima que reage com a glicose disponível no sangue e o monitor traduz essa reação em um número na tela. Caso você queira saber, já escrevemos sobre esse processo com mais detalhe em “Como trocar as lancetas da caneta de diabetes”, que explica o passo a passo da troca e os cuidados necessários a se ter na hora de furar o dedo. Trocar a lanceta a cada medição continua sendo o ponto central para a redução da dor e dos riscos de contaminação. A Drogal dispõe de várias opções em lancetas que podem ser adquiridas online. Você pode encontrar a que melhor se adequar às suas necessidades e sensibilidade à dor. Com que frequência você deve medir o nível de glicose no sangue? A frequência ideal pode variar de acordo com o tipo de diabetes, mas também com o tratamento realizado. Quem usa insulina costuma medir várias vezes ao dia, principalmente antes das refeições. Em alguns casos, o médico pode recomendar a medição antes de ir dormir. Quem faz tratamento com medicação oral ou está realizando mudanças de hábitos pode medir com menos frequência. É importante seguir a orientação médica. Como é o monitoramento contínuo e o dia a dia do tratamento? Além do monitor, o controle do diabetes passa por outros hábitos. Trocar o açúcar por adoçante nas refeições, manter o estoque de tiras reagentes sempre em dia ajuda a levar melhor o tratamento e colabora com a adesão do mesmo, principalmente quando são crianças com diabetes. No Espaço do Diabético, da Drogal, estão disponíveis adoçantes, tiras de controle de glicemia, kits de medidores e lancetas em um só lugar, o que facilita a reposição desses itens no dia a dia e ao longo dos meses. Quando ajustar a rotina de monitoramento de diabetes? É importante levar o histórico de medições para a consulta e conversar com o endocrinologista sobre a frequência ideal para o seu caso. É o médico quem ajusta a rotina de monitoramento conforme o tipo de diabetes, a resposta ao tratamento e as mudanças que possam aparecer no decorrer do tratamento. Semaglutida: o medicamento para diabetes que virou febre no processo de emagrecimento Eliane Messias Rodrigues, farmacêutica responsável Drogal. CRF/SP 43.895